Não é de demora que se faz a vida
Não é de dia que se faz a poesia
Não é de dia que se faz a poesia
Não é ausente o que não está presente
Não se fecham os olhos quando é linda a melodia.
E se a chuva não para
Não se fecham os olhos quando é linda a melodia.
E se a chuva não para
Se os ventos demoram
Deixemo-los livres
Pois logo, logo
Tudo reaparece
Pois logo, logo
Tudo reaparece
Quase tudo se esquece
E os azuis mares sempre retornam.
E os azuis mares sempre retornam.

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