Tenho um milhão de novidades sobrando
num espaço mínimo e torto.
Nesse espaço guardo minhas lágrimas
que de tempo em tempo se renovam.
As minhas novidades são as mesmas
verdades transcorridas no século 9.
Me acho um díspare solto
um homem cheio de sonhos
que se vão anunciando o alvoecer
de cada pensamento meu. Se me equivoco
Perdoe-me. Perdoe-me. Perdoe-me. Perdoe-me.
No mesmo espaço que eu tenho
Sobram mais de mil sombras sentidas
Num batimento incerto do coração. A mente
Se faz santa e o meu ombro começa se aniquilar com ose fosse um arrepio.
Eu sinto meus cabelos distantes. Minha distância se aproxima e o meu passado
Debate-se dentro de mim num tom mirabolante.
Sem direção. Sem volante de viver eu me caio.
Me guio. Desguio. Aguento e se bebo água, depois em algures.
Em algum lugar ei-de me encontrar destronado.
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