quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Descrição

Caminho de lado à esquerda
Quando me vejo ao espelho não reflito nem nada trasmito
Depois corro corado disto de uma corda de lado
E morro de amor
Tem uma parede trás de mim
Atraso um pouco sem medo nem temo a cor
Mas continuo a morrer pela estrada larga infinda
Que me leva de um lado chamado ainda

Uma demarcação de terras
E uma chuva cai dos céus como milagre
Invejo as nuvens e sinto uma natureza
Completa sobre meus pés
Inundo-me de ébrias ideologias
Depois dos quinze anos
E após os quarenta me desfaço dos planos
Que faço outros.

Nenhum comentário:

Postar um comentário