Caminho de lado à esquerda
Quando me vejo ao espelho não reflito nem nada trasmito
Depois corro corado disto de uma corda de lado
E morro de amor
Tem uma parede trás de mim
Atraso um pouco sem medo nem temo a cor
Mas continuo a morrer pela estrada larga infinda
Que me leva de um lado chamado ainda
Uma demarcação de terras
E uma chuva cai dos céus como milagre
Invejo as nuvens e sinto uma natureza
Completa sobre meus pés
Inundo-me de ébrias ideologias
Depois dos quinze anos
E após os quarenta me desfaço dos planos
Que faço outros.
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