
Há muito tempo aprendi os dizeres de minha terra.
Quando eu era ainda um garoto moleque...
Naquele tempo não tinha tempo ruim,
Era sol todo dia.
Depois aprendi a guiar-me com os solavancos
Da vida. Meu tempo de menino
Que era foi e nunca reapareceu.
Mas personificado ainda vive
Nos garotos de agora,
Que vejo, ainda, no parquinho de diversões:
- Os meninos a correr atrás das menininhas
E estas gritam desvairadas.
Um momento que foi de relance
Bem aproveitado e que desvanece
Na consciência límpida
E crescente de outrora.
A coragem surpreende-me
Em seguir um trajeto luminoso
Entre a meninice e a fruta madura
Que se faz num maravilhoso pé de amora.
Quando eu era ainda um garoto moleque...
Naquele tempo não tinha tempo ruim,
Era sol todo dia.
Depois aprendi a guiar-me com os solavancos
Da vida. Meu tempo de menino
Que era foi e nunca reapareceu.
Mas personificado ainda vive
Nos garotos de agora,
Que vejo, ainda, no parquinho de diversões:
- Os meninos a correr atrás das menininhas
E estas gritam desvairadas.
Um momento que foi de relance
Bem aproveitado e que desvanece
Na consciência límpida
E crescente de outrora.
A coragem surpreende-me
Em seguir um trajeto luminoso
Entre a meninice e a fruta madura
Que se faz num maravilhoso pé de amora.
Do ontem, não lembro além do escolhido, do resto, imagino ao meu gosto e gosto do que outrora aconteceu. Do hoje, vislumbro um amanhã explêndido enquanto aproveito os dias de elucidativa tempestade.
ResponderExcluirGostei da reflexão despertada.
Abraço, Guri!!!