segunda-feira, 11 de julho de 2011

Se, sentido!


Quando sinto os teus versos
Lembro que a minha vida corre em boatos
Vozes soltas vozes nuas como as vozes loucas
Um paraíso em meu deserto ou um bocado de estrelas.
Se foi o dia em que eu aprendia em que deduzia em que seria ia.

Cimento. Ciúme. Celoma. Sinfonia.

Quando me apresento em passos
Compreendo entrenós tempos mal pasmados
Tempos tidos idos mutilados levantados quebrantos
E só resta ao mar a esperança do navio que o habita e um dilema
Quem será o redentor das estradas que me levam ao sol, se sou só um ar?

Alguém. Algo. Algas. Agora. ágora.

Um comentário:

  1. Quando leio os teus versos,
    Acompanho muitos rostos estranhos.
    Labirintos existenciais sem melindres,
    Um universo inteiro de possibilidades.

    Salve, salve, Guri!!
    Avante sempre.

    ResponderExcluir