quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Vida, minha vida!

É desesperador pensar em desespero,
Espero que isto não te toque.
Quanto mais penso mais temo.
Mas ali vinha ela no seu vestido
No seu sorriso no seu abrigo
E eu Calcularia cada passo seu
Porque a cada passo eu mudaria meu mundo.
Eu roubaria tudo o que fosse certo
E deixaria o errado no lugar certo,
Ainda que eu tivesse sede eu morreria de tédio
E por tudo que é mais sagrado, viveria de amor.
Olhe, doçura, no meu ombro
Suporto escombros mas da face em diante,
Daqui em diante é tua possibilidade de sorrir
Que me faz sentir que também posso viver.

Um comentário:

  1. É por perdimento "janeirístico" que busco descobrir mundos ainda não lidos.
    É por desespero que dedico-me a ler Fausto!

    Sei bem o que é desespero...

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