terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Jeitos
O que há de ser o tempo
Senão um turbilhão de acontecimentos?
E se passamos nós, humildes, por tantas loucuras
Que se diferem e ferem nosso âmago
E no fim, a propósito, o que se diz?
Diz o que diz e nada mais.
O que se faz hoje é falta do que fazer amanhã.
A arte, o compromisso, o trabalho, a política
Tudo anda uma tremenda avacalhação [...]
E os disparos da polícia não chegam ao planalto.
É um impróprio tiro ao alto
Um grito no pé.
E se se curar da constipação ou do chulé
Ninguém mais se lembrará de ti.
Fica o recado
Que jogar pro tédio não compensa
Ao final cada um terá a merecida recompensa
Dispenso a rima
Não ria
Nem chore.
Cante.
E desta feita passamos nós, humanos, por demasiadas loucuras.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário