Abichornado neste achego tipo um cusco
Eu me comparo a um flaquito.
Tímido e trôpego, hoje distante do taura
E saudoso da vacaria longa entre as guampas.
No parecer de um tempo entre invernadas
Eu me custo a dobrar a guaiaca
Para no fim de toda tarde saudar a linda prenda...
Mesma querela qual me alimenta
E me bota como taco.
Não sou de ludibriar minha querência
Ainda que o mal custe a deixar-se vencer
Sorvo meu mate amargo em uma porunga antiga
E desta vida aprendo aos poucos a me domar.
Quando me tombo embretado numa cincha velha
Não me assusta o maula.
Tchê! Digas por fim se tu te pareces a um maludo
E entras nesta minha quincha.
A china vestida agora és minha
Sobre o desvalido de minha lábia tão bem querida.
Cupincha, Se aprochega gaudério
Pois tua barbaridade não incomoda
Os meus quilombos.
Aqui se sente a água-de-cheiro do mato
Se abanque e escute o bugio velho que te fala,
Embora este mundo antigo esteja uma valha
Ainda vale uma daga...
Uma mesmice de minha charla.

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