
Este sonho que te orienta
Não passa de um intervalo
Entre certo motivo vulgo, falho
E uma agulha na esperança latente.
Não basta a ambição que te envolve
Mas um intermédio reles
Em meio a uma faca de meia tona
Que busque conseguinte, o que te encobre.
O ouro lançado ao purunã apetecido e disfarçado
Ainda existe rubro... Um pretexto sem regra
Na estância lastimosa de meia trégua
Um contato solto, meio injuriado e estilhaçado.
Esta preciosidade se faz na vida
Em uma determinada idade
Quando de quando um céu se contorna
Resplandecente e grunhe nas montanhas
A realidade ilusória que mais uma vez
Faz-se esquecida.
E assim sucessivamente realidade após realidade...
ResponderExcluirSalve, salve!!