quinta-feira, 26 de maio de 2011

O Sonho


Este sonho que te orienta
Não passa de um intervalo
Entre certo motivo vulgo, falho
E uma agulha na esperança latente.

Não basta a ambição que te envolve
Mas um intermédio reles
Em meio a uma faca de meia tona
Que busque conseguinte, o que te encobre.

O ouro lançado ao purunã apetecido e disfarçado
Ainda existe rubro... Um pretexto sem regra
Na estância lastimosa de meia trégua
Um contato solto, meio injuriado e estilhaçado.

Esta preciosidade se faz na vida
Em uma determinada idade
Quando de quando um céu se contorna
Resplandecente e grunhe nas montanhas
A realidade ilusória que mais uma vez
Faz-se esquecida.

Um comentário:

  1. Maria Lúcia Martins26 de maio de 2011 às 13:55

    E assim sucessivamente realidade após realidade...


    Salve, salve!!

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